Bulldog no Exercito Brasileiro

Bulldog Inglês do Canil Duas Marias, é o mais novo mascote do Exercito Brasileiro.

Nosso Bulldog no Exercito

Os Bulldogs inglês do Canil Duas Marias, agora são “Cães de Guerra”

O termo “Cão de Guerra” é utilizado para se referir a cachorros treinados especialmente para o emprego militar.

Bulldog desenvolvendo atividades

Esses animais, que também recebem treinamento para ações de combate.

Desenvolvem atividades que vão desde o patrulhamento e a guarda de instalações militares.

Até o faro para a busca de drogas e explosivos.

Dentre suas funções estão, ainda, a de cães policiais.

Bulldog é destaque

Sua carreira militar inicia-se logo após o desmame, o que ocorre por volta de seus 40 dias de vida.

E eles podem permanecer no serviço ativo até os oito anos de idade.

Pode parecer pouco tempo, no entanto, para a vida de um cão, esse período é o suficiente e seu desligamento das atividades é merecido e necessário.

A principio, com muito orgulho, que informamos, que o lugar mais alto do podium, é do Canil Duas Marias, estamos orgulhosos com essa realização.

Ficam velhinho cedo

Em comparação com a vida de um ser humano, o envelhecimento desses amigos caninos inicia-se mais cedo.

E, por eles irem perdendo a capacidade de adaptação a sobrecargas funcionais.

De fato, não se pode exigir que possuam a mesma atuação de um animal jovem.

Mesmo que tenham recebido todos os tratamentos e acompanhamentos existentes ao longo de sua vida.

Dessa forma, os níveis operacionais dos canis militares, com uma renovação contínua e gradual do efetivo e um controle de seus quantitativos.

Nossos bulldogs, vão iniciar o treinamento, com outros que já estejam atingindo a idade de passarem para a reserva.

Os cães de guerra, se aposentam!!

 

Exercito Brasileiro tem 3 bulldogs

Para isso, agora o Exercito Brasileiro possui, três Bulldogs de criação do Canil Duas Marias, que estão aptos a realizar trabalhos no Exercito

Hoje o plantel do Exercito, é composto além dos três Bulldogs, também de cães das raças Rottweiler, Pastor Alemão e Pastor Belga de Malinois, e cada raça possui uma aptidão e habilidade e é treinada para uma missão específica.

Multifuncionais

Alguns cães possuem a capacidade de desenvolver mais habilidades, o que chamamos de cão multifuncional.

O Canil Duas Marias é referência na criação exclusiva da raça Bulldog Inglês no Brasil.

Bulldog Inglês – No Exercito

Mas muito se engana quem pensa que Bulldog Inglês não são capazes de desempenhar a função militar.

Assim, também,  são perfeitamente capazes de serem adestrados para cumprirem as mais diversas funções.

Da mesma forma, que é papel do adestrador de cães observar e definir quais as habilidades que os bulldogs vão exercer especificamente.

O adestramento dos Bulldogs, principalmente na área militar, é um trabalho especializado e que requer muita paciência, treinamento e foco.

É uma área do adestramento canino muito interessante, porém muito distante do dia a dia dos amantes de cães.

Se você tem curiosidade, procure uma unidade que faça esse treinamento e se intere mais sobre isso.

Adestramento de cães militares

O adestramento de cães para o exército é muito mais especial do que se imagina.

Adestramento de cães é um assunto muito batido por todos os veterinários e criadores de cães.

Pois pode ser  a linha que separa um cão controlado de um cão fora de controle que pode se tornar uma ameaça.

Mas nem todos os cães são iguais e nem todos os objetivos do adestramento são iguais, alguns casos são muito específicos. Um bom exemplo é o adestramento de cães para o trabalho militar, pouco difundido e muito importante.

Com o tempo, o adestramento de cães ganhou novas formas e técnicas tão mais eficazes quanto seguras de ser feito.

Hoje em dia é possível direcionar o adestramento de acordo com as necessidades, funções e, principalmente, de acordo com a personalidade do cão. No caso do adestramento para a área militar, o cão deve ser muito bem avaliado.

O adestramento de cães e suas mais variadas funções

Quando se fala em adestrar um bulldog, a primeira coisa que se pensa é ensinar a sentar, deitar e rolar, baseado na compensação.

Mas atualmente não é só disso que se trata o adestramento, ele depende da função que o cão será destinado.

Cães de companhia costumam receber adestramento para controlar sua hiperatividade ou agressividade.

E também são ensinados truques que façam o dono ter o controle do cão, sem precisar de uma instrução muito profissional.

Já cães de guarda são adestrados para saber guardar seu território e reconhecer seu líder,.

Da mesma forma, que alguns são até ensinados a obedecer comandos de ataque se necessário.

Em relação a comandos de ataque, o adestramento de cães para a prática da caça é um dos mais antigos conhecidos na história do mundo.

O cão começou a ser domesticado através do treinamento para a caça.

Hoje em dia, muitas técnicas de caçada são usadas como recursos para a área policial.

Tanto na perseguição de bandidos, como na busca por pessoas.

Há também cães que precisam ter uma postura extremamente passiva e paciente, pois são destinados a lidar com pessoas especiais.

Como cães guia ou que fazem companhia a pessoas com doenças em hospitais.

Esses cães precisam ser especialmente socializados, tanto com humanos quanto com outros cães, e jamais apresentarem traços perigosos, como o medo ou até a agressão.

Cada cão é um caso diferente, então, antes do adestramento, é importante conher suas necessidades.

Um cão assustado é tratado de uma maneira diferente de um cão agressivo ou hiperativo.

É importante a observação para o bom direcionamento do adestramento do cão.

O adestramento para a área militar

A prática do adestramento militar de cães é pouco difundida, mas é uma das vertentes dentro do adestramento.

Ela também se subdivide em várias, como os cães de uso policial civil e os cães de uso em guerra.

Para o treinamento desses cães são exigidos treinadores com nível superior em veterinária e que façam parte do serviço militar.

Por isso, não é qualquer soldado que pode se candidatar a adestrador de cães militares.

O princípio básico de tratamento de um cão do serviço militar é ser tratado como mais um soldado.

Então ele receberá toda a assistência médica necessária e exames psicológicos e físicos são feitos para definir se o cão pode ser inserido na corporação ou não.

Por isso, não é qualquer um que pode submeter seu cão ao treinamento militar, pois ele tem que ter uma personalidade mais definida para ser seguro dentro desse tipo de atividade.

Normalmente, o cão fica sob responsabilidade do adestrador oficial, e esse irá direcioná-lo para aquilo que será sua habilidade (rastreio de bomba, drogas, pessoas, etc.).

Logo depois, quando o cão já estiver bem direcionado e adestrado, é que o profissional vai introduzi-lo ao seu parceiro humano para a função. É importante ressaltar que apenas soldados dispostos a lidar e aprender técnicas de adestramento de cães são submetidos a esse tipo de função.

Adestramento cães militares

Quando formada a parceria, humano e cão precisam criar um laço de amizade e confiança. O cão precisa confiar naquele que vai seguir, enquanto o humano confia sua vida nas habilidades do cão.

Normalmente não é uma parceria para a vida toda, muitas coisas podem acontecer para desfazer essas duplas, mas o cão e o humano são sempre muito bem orientados sobre qualquer mudança. É um trabalho extremamente monitorado e cuidadoso, pois pode colocar a vida de qualquer um dos dois ou de terceiros em risco, principalmente em situações extremas, como em guerras.

Depois de uma longa vida de serviços, os cães militares são aposentados por volta dos 8 ou 10 anos de vida (ou em casos especiais por invalidez) e vivem no canil, servindo de apoio para treinamento de novos cães ou cadetes até o fim da vida.

Esses cães geralmente não são colocados para adoção, pois precisam de tratamento especial. O que pode acontecer é a adoção feita por ex-soldados ou pessoas acostumadas com o trato com esse tipo de cão, pois eles são considerados tão oficiais quanto os humanos.

Como são definidas as habilidades do cão para serviço militar?

A primeira coisa que vai se observar para definir qual função o cão vai exercer dentro do serviço militar é, obviamente, a necessidade daquela função. Cães de policiais que investigam casos de tráfico de drogas vão ser treinados para achar drogas e somente isso. Geralmente um cão que tem uma função específica como rastrear o cheiro de pólvora, e consequentemente armamentos, não é útil no rastreio de drogas ou pessoas.

Depois é feita uma avaliação para saber se o cão é psicologicamente capaz de enfrentar o adestramento na função que é necessária, se ele se mostrar bom para a função, após ter a idade correta, se inicia o treinamento.

Salva-vidas

O adestramento do cão começa cedo, logo após o cão completar um ano.

O tempo de treinamento diário vai depender de cada corporação e da função do cão, alguns levam mais de 5 horas.

E outros apenas uma hora, que é o tempo necessário para qualquer cão se exercitar todos os dias.

Ele é colocado junto com outros cães para uma perfeita socialização após o treinamento.

Vivendo no canil com os cães mais novos e os mais velhos.

Esse treinamento é feito juntamente com humanos, para o cão saber obedecer comandos diferentes.

E também quando não obedecer.

Todos os exercícios são sempre supervisionados por um veterinário, pois a integridade física e mental do cão deve ser sempre preservada.

São usadas técnicas de compensação para reconhecimento de cheiros, mas os cães são, principalmente, tratados com muito carinho.

É importante que o cão se divirta enquanto faz os exercícios e goste de fazer e procurar aquilo que está sendo ensinado.

Consequentemente, para uma execução perfeita.

O adestrador usa da voz e de sua postura perante o cão para passar firmeza e liderança.

Ao mesmo tempo em que mostra ao cão que pode confiar nele e segui-lo.

Existem clubesassociações , blogs que, se empenham em orientar, donos de bulldog, através da formação de consciência.

Raças mais propensas ao treinamento militar

Quando se fala em cão policial ou de guerra, já se pensa direto no Pastor Alemão ou no Rottweiler.

Realmente, essas raças estão no topo da lista das especiais para o trabalho militar.

Cães pequenos são frágeis demais para serem submetidos a certas situações, então geralmente são descartados.

Como é sabido, o Pastor Alemão é a principal raça, inclusive ganhou o nome de cão policial.

Ele é o favorito por ter instintos muito aguçados e ser um cão extremamente inteligente e leal.

O Rottweiler, é mais forte do que a do Pastor Alemão, então ele usado para lidar com pessoas perigosas.

Mas também o Labrador, que tem o faro aguçado e é um cão sociável, sendo usado, na procura de drogas ou armamento.

Cães apontadores, que tem como característica básica a caça, para a busca por pessoas desaparecidas ou em escombros.

Tem bulldog inglês “brazuca” no mundo…

Canil Duas Marias no Mundo

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